“O que aconteceu com Scottner foi uma
tragédia anunciada. Sendo a menor das cidades da ilha, não recebia muita
atenção de suas irmãs. Graças à mata que cerca a cidade e as montanhas por toda
costa oeste, os arredores de suas muralhas de madeira sempre foram cheios de
perigo. Tribos de orcs, goblins, hobgoblins, gnolls, bugbears e até minotauros
viviam nessas terras e sempre causavam problemas aos desavisados e até aos mais
bem preparados.
Duque William Aaron Raynor sempre foi
conhecido pela falta de empenho com a cidade, por vezes demais distraído pela
bebida e pelo jogo. Foi em seu período de governo que a cidade caçula deixou de
avançar em busca das irmãs mais velhas e, depois de negligência com suas
muralhas e sua guarda, acabou sendo perdida para as tribos da redondeza. Eles
se uniram, tomaram as ruas da cidade no meio da noite e expulsaram os
habitantes que não foram mortos de imediato. Duque William, que depois ficou
conhecido como o Duque Bêbado, acabou sendo morto enquanto deixava a taverna em
que estava cambaleando.”
- Zachary Bartowski, em “Mandos e Desmandos”.
Capítulo 4
O grupo descansava na base da torre em ruínas, cada um
com suas próprias preocupações ocupando a mente. Os corpos dos inimigos
derrotados ainda jaziam no chão, intocados e todos estavam sujos de sangue e
terra. Espalhados pelo campo de batalha, todos se olhavam sem dizer nenhuma
palavra. Ao menos haviam sobrevivido, boa parte deles se sentia aliviada por
isso.
- Devemos fazer algo com os corpos. – Sugeriu
Arthur.
- O que? – A questão veio de Foostus.
- Vamos jogar na torre, pelo menos não ficam
expostos. – Falou Arannis.
- Vamos ver se há algo aproveitável primeiro. –
Pediu Alanna.
- Eles são poucos, talvez fossem uma espécie de
patrulha. Nesse caso, outros virão em breve. – Continuou o patrulheiro.
- É melhor tomarmos nosso rumo logo então. – Gwen
começava a se levantar.
Enquanto Shaisys, Alanna e Gwen verificavam os
cadáveres, Arannis, Foostus, Arthur e Malaggar arrastavam os corpos para as
ruínas e deixavam ao lado de uma das paredes que ainda estava de pé,
parcialmente ocultos pelos escombros em sua volta. Conseguiram tirar dois robes
de couro, dois bastões, quatro cotas de malha e quatro machados. O humano pegou
dois dos machados para si.
Depois de deixarem as coisas da melhor maneira que
puderam pensar, o grupo se dirigiu ao alçapão no piso da ruína, facilmente
visível pelo tom de contraste da madeira com a pedra. Cautelosos, verificaram
que o alçapão vinha sendo usado com frequência e só desceram depois de ter
certeza de que não teriam nenhuma surpresa desagradável ao abri-lo.
As escadarias em espiral eram apertadas e a
atmosfera do subterrâneo era bem desagradável. No escuro, o grupo resolveu
acionar dois de seus bastões solares, um com Arannis, à frente do grupo, e
outro com Arthur, último da fila. Os degraus eram traiçoeiros, tanto pela
umidade como pelo estado de desgaste em que se encontrava. Procuraram agir com
a maior cautela possível, receosos de inimigos na penumbra.
...
Na base da escadaria, o bladesinger pôde ver
iluminação por tochas nas paredes do corredor à sua frente, que se abria
brevemente à frente antes de prosseguir. À sua direita um novo corredor
estreito partia desta parte mais aberta. Lá, um goblin já esperava, machado em
mãos e postura de combate. Apesar de toda cautela, o grupo não conseguiu chegar
despercebido e, depois de notar os grunhidos do goblin à frente e ouvir outros
em resposta, teve a certeza de que seria necessário lutar pela sobrevivência
novamente. Sem perder tempo, ele ia sacando sua espada enquanto alertava os
companheiros que se aproximavam.
Gwen foi a primeira a agir. Desceu pela escadaria
disparando uma flecha no golbin que chamara os outros, cercando-o de pequenos
espíritos para distraí-lo. Arthur e Shaisys vieram em seguida, mas sem
conseguir agir, apenas se posicionando na saída dos degraus depois de contornar
os companheiros. Alanna veio em seguida, alabarda pronta para cortar o mesmo
inimigo com energia psiônica, mas foi defletida pela criatura.
Então surgiu um goblin do fundo do corredor, cajado
em mãos, lançando energia escura na meio-elfa, deixando-a cega. Arannis se
teleportou para as costas do goblin com machado, atingindo com um corte
diagonal de sua espada enquanto disparava fogo no mesmo, levantando o cheiro de
carne queimada no corredor estreito. O goblin do machado se virou para o
eladrin e no giro de corpo acabou abrindo um talho fundo em seu braço, onde sangue
logo veio à superfície.
Outros dois goblins portando machado vieram do
corredor à direita de quem observava da escadaria, um atingindo o torso do
patrulheiro que protegia a saída dos degraus e outro atingindo a ardent nas
costas, já que estava cega pelo poder do inimigo. Foostus abriu caminho pelos
companheiros e se engajou com as duas criaturas recém-chegadas, desafiando-as
enquanto golpeava invocando os espíritos da terra, explodindo seu malho no
peito de um infeliz.
Com passos rápidos um quinto goblin se juntou ao
combate no corredor, estocando com sua espada curta, cortando pela armadura do
minotauro, tirando sangue dele. Malaggar, sem muito espaço, se apertava por
entre os amigos na esperança de conseguir se aproximar dos inimigos, sem
sucesso. Sua tentativa de atingi-los à distância acabou falhando.
A seeker continuava disparando flechas enquanto o
patrulheiro chegou até o goblin mandingueiro, forçando sua retirada depois de
cegar seu perseguidor com a mesma magia de antes. Alanna tateava no meio do
combate, tentando evitar ser atingida, sem conseguir se livrar da escuridão que
tomava seus olhos. A halfling bruxa havia se posicionado de maneira a conseguir
criar uma garra de fogo num dos goblins de machado, arrastando-o pelo corredor.
Arannis seguia atacando o mesmo goblin, cortando seu peito e deixando-o
furioso.
As criaturas atacaram sem piedade em retaliação.
Arannis foi ao chão depois de receber uma machadada no peito, enquanto o
minotauro era atingido pelos outros dois, vendo sangue brotar em cortes no peito
e na coxa. Irritado, o guardião girou novamente seu malho, dessa vez sem
conseguir atingir seu alvo. O goblin ágil mais uma vez perfurou sua pele, agora
nas costelas. O drow se juntou à confusão, machado descendo na direção das
diminutas criaturas, fazendo sangue jorrar pelo corredor mal iluminado.
As trocas de golpes seguiram na bagunça apertada do
corredor, enquanto o mandingueiro espalhava uma fumaça mágica por toda área do
corredor, ajudando a ocultar seus companheiros. Gwen era encurralada num dos
cantos e obrigada a deixar seu arco, sacando a espada que carregava na cintura,
sem conseguir coloca-la em uso. Alanna, se livrando da cegueira, conseguiu
reestabelecer o bladesinger, que havia caído antes.
Arthur agora era quem lutava contra a escuridão,
incerto de onde atacar. Shaisys tirava proveito do tamanho para se
reposicionar, ficando mais segura enquanto recuperava o fôlego depois de
receber alguns golpes. O malho de Foostus enfim derrubou um dos goblins,
transformando sua cabeça numa massa desforme e sangrenta de carne e osso.
O machado do drow cortara uma das criaturas,
separando diagonalmente seu torso e espalhando sangue e pedaços de órgãos por
toda sala. O patrulheiro, recuperado da cegueira e com uma brutalidade incomum,
via o corpo do mandingueiro se debater enquanto sua vida escorria pelos
ferimentos no torso, onde havia fincado suas duas espadas. Foostus havia ido ao
chão novamente, mas a meio-elfa havia sido rápida em prestar ajuda, recobrando
seu espírito de luta enquanto inspirava todos aliados para a vitória. A
halfling havia desnorteado os inimigos com suas rajadas, enquanto Arannis
separava a cabeça de um dos goblins de seu pescoço num rápido movimento de sua
espada cantante.
Único sobrevivente, o goblin mais encorpado de todos
lutava como um animal acuado enquanto o cerco se fechava à sua volta. Suas
estocadas quase sempre encontravam o alvo, tirando sangue e raspando em osso
conforme atacava. Mesmo assim, sozinho não podia fazer nada e acabou massacrado
pela vantagem numérica do grupo, que deu fim à batalha exaurido.
...
A sala que encontraram depois da dobra do corredor
era de um tamanho razoável. Em seu centro havia uma grande mesa com alguns
ossos e restos de comida, certamente era utilizada pelos goblins. Era o móvel
em melhor estado na sala, visto que as estantes e escrivaninhas nas paredes
estavam quase podres, bastando um toque mais firme para ver suas estruturas
ruírem.
No meio de tanta madeira inútil, apenas alguns
pergaminhos além de qualquer chance de serem decifrados, capas de tomos que
pareciam ter sido exageradamente pesados quando inteiros e alguns frascos
quebrados. Cada membro do grupo estava jogado num dos cantos da sala, costas nas
paredes e imersos no silêncio que sempre segue a batalha. Cada um parecia
refletir, enquanto observavam seus amigos cobertos de poeira, sangue e
ferimentos pelo corpo.
- Ficar aqui para descansar seria bom... – Falou
consigo mesmo o eladrin.
- É, não podemos continuar assim. – Concordou Gwen,
desanimada com a condição das flechas que recuperou depois do combate.
- Pois é, mas se eles fazem rondas, podem nos
encontrar. – Interviu o patrulheiro.
- Nós definitivamente precisamos descansar. – A
halfling resolveu se pronunciar.
- Um descanso faria bem sim. – Concordou a psiônica.
Ninguém mais fez qualquer objeção. Alguns se
juntaram para arrastar a mesa até a entrada da sala, onde fizeram uma espécie
de barricada utilizando ela como base e a madeira restante das estantes como
apoio. Logo estavam fechados na sala, enfim a tensão começava a passar. Uma das
tochas havia sido levada para a sala, onde aproveitaram para acender as que
estavam nas paredes dali.
Isolado num canto, Arannis estava sentado com as
costas apoiadas na parede, os braços ao redor dos próprios joelhos. Pensava nas
crianças e na falta que já sentia delas. Era nas crianças que estava a mente da
ardent também, sentada do outro lado da sala, alabarda ao lado, também na
parede. A seeker, teimosa, dedicava sua atenção às flechas, tentando arrumá-las
sem qualquer sucesso.
O minotauro parecia perdido nos próprios
pensamentos, enquanto Arthur só observava o ambiente, um olhar minucioso, mas
cínico. A bruxa também pensava nas crianças e em seu patrono, no súbito
interesse que ele havia demonstrado por elas. O vingador pensava apenas em
Emnos, sua divindade patrona, orando em sua glória de costas para os demais na
sala. Depois de comerem a ração de viagem que traziam, foram ficando cada vez
mais sonolentos, até que os sonhos chegaram.
...
Algumas horas se passaram até que todos estivessem
prontos para continuar a jornada. O eladrin já esperava no corredor, tendo
atravessado a barreira de madeira com seu teleporte. Se sentiam aliviados por
não serem atacados durante o descanso, mas se apressavam em deixar a sala, já
que um ataque ainda poderia acontecer. Quanto mais tempo passassem ali, maior a
chance de serem encontrados. Então desfizeram a barreira e começaram a
caminhar.
Na sequência do corredor em que haviam lutado estava
uma sala, aparentemente do mesmo tamanho que a do acampamento improvisado. A
sala estava visivelmente abandonada e já não tinha nada para averiguar além de
teias de aranha, restos de comida e poeira. Sem motivo para adiar, eles
resolveram seguir pelo único caminho possível, descendo a escadaria de degraus longos
e pouca iluminação, tochas em mãos para a escuridão que aguardava logo abaixo.
...
O grupo já caminhava há algumas horas. Eventualmente
o solo de pedra deu lugar à terra irregular, com estruturas de madeira
segurando o formato do túnel por toda sua extensão. O local era úmido e o
cheiro de bolor tomou conta do ambiente. Pequenas aranhas fugiam conforme o
fogo se aproximava oscilando nas tochas. O odor forte do lugar junto do cheiro
de sangue impregnado nas vestes do grupo, naquele ambiente de ar parado,
tornava a experiência bastante desagradável.
Caminhando em fila indiana para evitar que se
atrapalhassem, o grupo seguia apreensivo. Apesar da repulsa que o musgo no teto
causava, tiveram que se alimentar nos túneis depois de algumas horas. A
confinação num espaço tão pequeno deixava todos ansiosos, o único mais
tranquilo era Malaggar, talvez por pertencer a uma raça acostumada à escuridão
dos subterrâneos. Torciam para que não encontrassem problemas, já que num
espaço tão reduzido seria muito complicado planejar qualquer coisa.
...
Mais algumas horas se passaram até que a estreita
passagem começasse a se abrir num pequeno salão escavado na pedra. A umidade
continuava presente e as rochas das paredes pareciam escorregadias, apesar de
estar quase totalmente coberta por teias de aranha. Haviam notado um grande
aumento na quantidade delas conforme se aproximavam da caverna e não foi
surpresa nenhuma que encontrassem aranhas ao chegar no salão.
De imediato, seis aranhas saltaram na direção do
grupo, vindas de pequenas fissuras nas paredes ou buracos no solo. Elas eram
grandes, suas prossoma e opistossoma, juntas, com mais massa que um torso de um
humano atlético. Eram cobertas por uma rala pelugem marrom, suas pernas eram
longas e grossas. Seus pedipalpos eram mais finos enquanto as quelíceras tinham
o triplo da espessura.
Aproveitando a surpresa que causavam, algumas
aranhas conseguiram chegar ao grupo antes que conseguissem agir, saltando sobre
seus alvos e mordendo com suas quelíceras venenosas. Foostus, Shaisys e Alanna
foram os primeiros atingidos. Arannis usou do teleporte novamente para se desvencilhar
da bagunça nos corredores, chegando até a área mais aberta da caverna, onde viu
sua espada penetrar fundo no corpo do artrópode, escorrendo seu sangue transparente
para logo em seguida atear fogo na mesma.
Gwen se via encurralada no corredor com uma das
aranhas e teve que se virar com sua espada, enquanto as outras duas restantes se
aproximavam do grupo. Shaisys aproveitou a proximidade para invocar energias de
fogo na criatura mais próxima, arrastando-a para a direção oposta da que se
encontrava. Arthur avançou entre os companheiros, cravando seus machados recém-adquiridos
pelas pernas e na opistossoma da aranha que a halfling afastara.
A ardent e o vingador avançaram juntos, alabarda e
machado grande tirando sangue das criaturas, que seguiam determinadas a deter o
grupo. Foostus também avançou, atraindo a atenção das aracnídeas enquanto
girava o malho e esmagava a perna de uma delas. Ainda famintas, as aranhas
seguiram atacando, aplicando veneno por suas quelíceras mortais enquanto
saltavam sobre seus alvos de maneira graciosa. O grupo reagia avançando e
empurrando os aracnídeos, enquanto a meio-elfa tentava manter o ímpeto dos
companheiros com seus poderes psiônicos.
Depois que as aranhas se afastaram, os mais ansiosos
tomaram a caverna para confronta-las em combate aberto. O eladrin, isolado pelo
uso do teleporte, foi o primeiro a cair, seguido então pelo minotauro. A elfa
já havia retornado ao uso do arco e disparava nas criaturas, tentando diminuir
sua eficiência com os espíritos imbuídos em cada ataque. A bruxa fazia chover
fogo e destruição pela caverna, detendo o ímpeto assassino das predadoras,
enquanto o drow se enfiava entre as várias pernas peludas e cortava tudo que se
mexia.
Renovados pela energia de Alanna, o bladesinger e o
guardião se levantaram enquanto o vingador caía, trocando golpes com as
criaturas, mas ainda bastante debilitados pelos efeitos do veneno. O
patrulheiro lutava incansável, machados sempre em movimento, espalhando o
sangue transparente dos inimigos em todos que se aproximavam. As aranhas
ganhavam terreno quando a primeira delas tombou e uma segunda fugiu, gravemente
ferida.
Arannis e Foostus também caíram, enquanto a psiônica
se colocava na desbocada do corredor, protegendo as aliadas às costas,
intransponível. As trocas de golpes seguiram, até que o veneno tirou Arthur do
combate também. Flechas e rajadas mágicas atingiam os artrópodes sem parar e começaram
a fraquejar. Duas caíram numa sequência rápida de disparos, sem tempo para
fugir. A última sobrevivente ainda ensaiava sua fuga quando a alabarda da
meio-elfa atingiu seu pedicelo, separando seus dois tagmas e dando um banho de
sangue na mesma.
Combate encerrado, começaram a tratar dos feridos
mais gravemente e a se livrar do veneno que enfraquecia seus corpos. Os dons
psiônicos de Alanna foram providenciais mais uma vez e os cuidados das outras
sobreviventes foram cruciais para que todos se recuperassem rapidamente. A
tristeza caiu sobre o grupo ao constatarem que os ferimentos, agravados pelo
veneno, acabaram por tomar a vida de Foostus.
...
Mais uma vez o grupo se escorava nas paredes após um
banho de sangue. Estavam todos exaustos, assustados e tomados pelo sentimento
de perda. Apesar de terem conhecido o guardião apenas recentemente, estavam
viajando juntos há meses e não tinha como permanecer insensíveis à perda de
alguém que esteve sempre pronto a se colocar na frente dos inimigos para protege-los.
Todos estavam cabisbaixos e pensativos, enquanto Arthur parecia estar em outro
mundo. A sensação de proximidade preenchendo sua mente mais uma vez.
- Não deveria ser assim. O minotauro e a meio-elfa
são de extrema importância para a sua jornada. – A voz feminina novamente
ecoava em sua mente, sem resposta.
- Pois bem. Eu não deveria arriscar, mas não me
adianta de nada se você morrer logo. – Continuou a voz, decidida. - Eu posso
trazer o minotauro de volta, mas nada é de graça. Está disposto a pagar o preço,
Arthur?
Ficou muito bom, e gostei desse final, ai vem coisa kkkkkkk
ResponderExcluirPuta.... To merda da vida em ter caído tantas vezes.
ResponderExcluirBom espero que esse descanso recupere os pulsos de cura se não mais pra frente vamos cair feio.
Palavras de Arannis: Sem nosso colega minotauro para segurar nossos inimigos a frente junto comigo não sei o que vai ser. Um a menos vai ser complicado, se ja foi difícil aqui imagina mais a frente!!
Vamos torcer para que a sorte esteja do nosso lado na próxima meus colegas e que Fleara me ajude!
Muito bom...
ResponderExcluir